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controle de escorpião

Escorpião

Atualmente são conhecidas cerca de 1.400 espécies de escorpiões distribuídas pelo mundo com exceção da Antártida. No Brasil as espécies mais importantes em Saúde Pública pertencem ao gênero Tityus, destacando-se as espécies Tityus serrulatus (escorpião amarelo) e Tityus bahiensis (escorpião preto).

O homem é o grande responsável pela dispersão de muitas espécies destes aracnídeos através do transporte de cargas em caminhões e ferrovias, distribuindo-os em diversas regiões do território nacional.

Nas áreas urbanas podemos encontrar estes escorpiões em locais com infestação de baratas, em terrenos baldios, onde haja acúmulo de entulhos e materiais de construção em jardins sem a devida conservação. Ocasionalmente encontramos escorpiões em residências que não apresentam estas condições, podendo a infestação ser oriunda de terrenos baldios e casas abandonadas na vizinhança.

Na verdade a presença destes aracnídeos se deve, muitas vezes, as condições favoráveis fornecidas pelo próprio homem tendo como consequência a ocorrência de acidentes com crianças e adultos. A picada do escorpião amarelo em crianças pode ocasionar um estado clínico grave levando até a morte, entretanto a picada do escorpião preto apesar de dolorosa dificilmente ocasiona a morte da vítima.

 

Acidentes com escorpiões em períodos chuvosos

O escorpionismo, acidente com picada de escorpião, é um problema de saúde pública na área metropolitana de Belo Horizonte e na região sudeste como um todo.  Segundo dados do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS) a maioria dos casos ocorrem entre os meses de agosto e março, ou seja, nos períodos quentes e chuvosos do ano.

O escorpião amarelo (Tityus serrulatus) é identificado na maioria dos casos. Apesar da picada do animal poder até matar a taxa de letalidade que é baixa, segundo dados nacionais é de 0,15%. As estatísticas mostram maior incidência  nos meses de janeiro, com o sexo masculino, nos membros superiores e na faixa etária entre 25 e 65 anos, foram os mais atingidos.

Os acidentes com escorpiões parecem ser bem mais freqüentes do que acusam as estatísticas oficiais, podendo assumir um perfil epidemiológico grave em determinadas áreas, sob certas circunstâncias. Assim ocorre nos meses quentes e chuvosos do ano. A água da chuva proporciona um desalojamento destes escorpiões, isso porque os retiram de seus abrigos quentes e úmidos, como cascas de árvores, pedras, troncos podres, madeiras empilhadas, entulhos e telhas. Assim as campanhas de educação ambiental para escorpionismo devem ser intensificadas neste período.

 

Medidas preventivas e corretivas para o controle de escorpiões

  • Seguir as orientações sobre medidas preventivas para baratas.
  • Remanejar periodicamente materiais de construção que estejam armazenados, usando luvas de raspa de couro.
  • Consertar rodapés despregados e colocar telas nas janelas.
  • Telar ralos de chão, pias ou tanques.
  • Manter limpos os jardins, quintais e arredores, aparando a vegetação com freqüência.
  • Limpar periodicamente terrenos baldios dos arredores.
  • Não acumular lixo de varredura – folhas secas, gravetos e cascalhos.
  • Vedar frestas em portas, janelas e muros, impedindo a entrada de escorpiões, principalmente ao anoitecer.
  • Evitar que as paredes fiquem sem reboco, pois os buracos em tijolos servem de locais de abrigo para os escorpiões.
  • Manter alimentos bem embalados de modo a evitar infestação de baratas, cuja a presença atrai escorpiões.
  • Manter fechados armários e gavetas.
  • Examinar roupas e calçados e antes de usá-los, principalmente quando tenham ficado expostos ou espalhados pelo chão.

Atualmente são conhecidas cerca de 1.400 espécies de escorpiões distribuídas pelo mundo com exceção da Antártida. No Brasil as espécies mais importantes em Saúde Pública pertencem ao gênero Tityus, destacando-se as espécies Tityus serrulatus (escorpião amarelo) e Tityus bahiensis (escorpião preto).

O homem é o grande responsável pela dispersão de muitas espécies destes aracnídeos através do transporte de cargas em caminhões e ferrovias, distribuindo-os em diversas regiões do território nacional.

Nas áreas urbanas podemos encontrar estes escorpiões em locais com infestação de baratas, em terrenos baldios, onde haja acúmulo de entulhos e materiais de construção em jardins sem a devida conservação. Ocasionalmente encontramos escorpiões em residências que não apresentam estas condições, podendo a infestação ser oriunda de terrenos baldios e casas abandonadas na vizinhança.

Na verdade a presença destes aracnídeos se deve, muitas vezes, as condições favoráveis fornecidas pelo próprio homem tendo como consequência a ocorrência de acidentes com crianças e adultos. A picada do escorpião amarelo em crianças pode ocasionar um estado clínico grave levando até a morte, entretanto a picada do escorpião preto apesar de dolorosa dificilmente ocasiona a morte da vítima.

 

Acidentes com escorpiões em períodos chuvosos

O escorpionismo, acidente com picada de escorpião, é um problema de saúde pública na área metropolitana de Belo Horizonte e na região sudeste como um todo.  Segundo dados do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS) a maioria dos casos ocorrem entre os meses de agosto e março, ou seja, nos períodos quentes e chuvosos do ano.

O escorpião amarelo (Tityus serrulatus) é identificado na maioria dos casos. Apesar da picada do animal poder até matar a taxa de letalidade que é baixa, segundo dados nacionais é de 0,15%. As estatísticas mostram maior incidência  nos meses de janeiro, com o sexo masculino, nos membros superiores e na faixa etária entre 25 e 65 anos, foram os mais atingidos.

Os acidentes com escorpiões parecem ser bem mais freqüentes do que acusam as estatísticas oficiais, podendo assumir um perfil epidemiológico grave em determinadas áreas, sob certas circunstâncias. Assim ocorre nos meses quentes e chuvosos do ano. A água da chuva proporciona um desalojamento destes escorpiões, isso porque os retiram de seus abrigos quentes e úmidos, como cascas de árvores, pedras, troncos podres, madeiras empilhadas, entulhos e telhas. Assim as campanhas de educação ambiental para escorpionismo devem ser intensificadas neste período.

 

Medidas preventivas e corretivas para o controle de escorpiões

  • Seguir as orientações sobre medidas preventivas para baratas.
  • Remanejar periodicamente materiais de construção que estejam armazenados, usando luvas de raspa de couro.
  • Consertar rodapés despregados e colocar telas nas janelas.
  • Telar ralos de chão, pias ou tanques.
  • Manter limpos os jardins, quintais e arredores, aparando a vegetação com freqüência.
  • Limpar periodicamente terrenos baldios dos arredores.
  • Não acumular lixo de varredura – folhas secas, gravetos e cascalhos.
  • Vedar frestas em portas, janelas e muros, impedindo a entrada de escorpiões, principalmente ao anoitecer.
  • Evitar que as paredes fiquem sem reboco, pois os buracos em tijolos servem de locais de abrigo para os escorpiões.
  • Manter alimentos bem embalados de modo a evitar infestação de baratas, cuja a presença atrai escorpiões.
  • Manter fechados armários e gavetas.
  • Examinar roupas e calçados e antes de usá-los, principalmente quando tenham ficado expostos ou espalhados pelo chão.

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