Insetos voadores e os riscos que causam a saúde
As manchetes dos jornais e notícias dos últimos meses foram recheadas com os novos riscos e doenças transmitidas pelo mosquito do Aedes Aegypti. O inseto, que sempre foi uma ameaça para a saúde por causa da Dengue, agora também leva à outras duas enfermidades: a febre de chikungunya e o Zica Vírus. A última podendo causar a microcefalia em novas gestações.
Nunca foi tão importante se prevenir contra esse mosquito, que se prolifera mais durante a primavera e o verão, pois as características dessas estações favorecem o aceleramento biológico, não apenas desses insetos, como também de borrachudos e moscas – igualmente causadores de doenças. Mas, o que fazer para evitá-los?
De acordo com Daniela Fernanda dos Santos, bióloga da By Control Soluções em Controle de Pragas, para cada tipo de inseto existe uma maneira diferente de prevenção e controle. Para o Aedes Aegypti é evitar os criadouros com a eliminação de qualquer recipiente que acumule água. “O Aedes aegypti é um mosquito doméstico. Ele vive dentro de casa e perto do homem. Com hábitos diurnos, o mosquito se alimenta de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. A reprodução acontece em água limpa e parada, a partir da postura de ovos pelas fêmeas em diversos criadouros”, afirma.
Os números não mentem. Segundo o boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2015, foram registrados 1.587.080 casos prováveis de dengue até o dia 5 de dezembro. Sendo a região Sudeste que apresentou o maior número de registros com 997.268, 62,8% em relação ao total do país. Foram confirmados 839 mortes por dengue, o que representa um aumento de 80,4% em comparação com o mesmo período de 2014, quando foram confirmados 465. Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais concentram 66,4% dos óbitos do Brasil.
Para combater melhor os focos do mosquito é preciso um trabalho em conjunto entre União, estados, municípios e a sociedade. Existem produtos químicos (larvicidas e inseticidas), aprovados, registrados e testados pelo Ministério da Saúde e utilizados pelo governo e empresas especializadas como a ByControl, que garantem eficácia e bom desempenho no controle.
Segundo Daniela, esses produtos são denominados desinfestantes domissanitários e para que o mosquito não se torne resistente ao uso constante de determinadas moléculas, o Ministério sempre utiliza desinfestantes diferentes a cada campanha de Saúde Publica. “Quando forem identificados focos do mosquito no imóvel, deve-se acionar a Secretaria de Saúde da região para devida inspeção e tratamento”, aconselha a bióloga.
O controle desses insetos deve ser o ano todo e não somente em épocas de maior incidência. “Muitas pessoas se atentam e se preocupam em combater essas pragas no verão, período em que costumam se reproduzir mais. O ideal é ter medidas preventivas no outono, inverno e primavera também, uma vez que essas pragas ocorrem o ano todo”, alerta a especialista, que afirma que, quando há menos pragas, o combate é mais fácil e o custo é menor.
Outros transmissores
Não é apenas o Aedes Aegypti que transmite doenças, as moscas também podem trazer graves problemas à saúde , como a febre tifoide, cólera e disenteria.
Existem vários tipos de moscas, a mais incidente no Brasil é a mosca-doméstica, que carrega vários germes, bactérias e vírus em suas patas, já que ela se desenvolve no lixo e nos restos de comida, e adora lugares sujos. Esses microrganismos se espalham em todos os lugares que a mosca pousa, contaminando e causando doenças às pessoas.
Para a bióloga da ByControl, a melhor forma de controle é acabar com a matéria orgânica. “A limpeza e a remoção do lixo são as principais armas contra as moscas. Mas se esse inseto já está dentro do imóvel, uma aplicação de inseticida pode eliminá-lo. Mas devemos sempre estar atentos, pois outras podem entrar pelas janelas e portas abertas. Em ambientes institucionais, são utilizados dispositivos de monitoramento que auxiliam na diminuição da população de moscas no ambiente como armadilhas luminosas e armadilhas biológicas”.
ByControl
Utilizar racionalmente metodologias inteligentes, monitoramento e educação ambiental é a forma de trabalhar da ByControl. Presente no mercado há quase 20 anos, a empresa, especialista no controle de pragas urbanas, agrega produtos de qualidade, profissionais capacitados, sustentabilidade e experiência de mercado para apresentar as soluções mais eficazes no combate de insetos, aracnídeos e roedores.
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Tratamento de cupim em madeira: por que o sistema de iscas, Sentricon, é a escolha mais segura e eficiente?
O tratamento de cupim em madeira é uma preocupação central em projetos arquitetônicos e na manutenção de imóveis que valorizam esse material nobre. Estruturas de telhado, decks, pergolados e detalhes construtivos são um alvo constante para a ação silenciosa e destrutiva dos cupins. Por muito tempo, a única solução parecia ser a barreira química, um método invasivo e com alto impacto ambiental.
Felizmente, a tecnologia evoluiu. Hoje, é possível proteger seu patrimônio de forma mais inteligente, eficaz e sustentável. A abordagem moderna foca não apenas em eliminar a praga, mas em fazê-lo com o mínimo de impacto para o ambiente, a estrutura do imóvel e, principalmente, para as pessoas.
Neste artigo, vamos comparar o método tradicional com o moderno sistema de iscas para cupins (Sentricon) e mostrar por que ele é a escolha superior para o tratamento de cupim em madeira.
O método tradicional (barreira química) e seus riscos
A abordagem convencional para o controle de cupins subterrâneos envolve a criação de uma "barreira química". O processo consiste em perfurar o solo e as estruturas ao redor do imóvel para injetar centenas de litros de inseticida líquido, criando um perímetro envenenado.
Apesar de ter sido amplamente utilizado, este método apresenta desvantagens significativas. Além de ser invasivo para a estrutura (exigindo furos em pisos e paredes), ele representa um risco de contaminação do solo e de lençóis freáticos.
A aplicação de grandes volumes de veneno no ambiente é uma preocupação crescente para clientes com crianças, animais de estimação ou consciência ecológica.
O sistema de iscas (Sentricon): a solução inteligente e sustentável
O Sistema Sentricon revolucionou o controle de cupim ecológico ao usar a própria biologia da praga para eliminar a colônia inteira. Em vez de veneno líquido, ele utiliza iscas com um regulador de crescimento de insetos, que é altamente atrativo para os cupins.
O processo é discreto e engenhoso. Estações são instaladas em pontos estratégicos no solo. As operárias encontram a isca, a levam para a colônia como alimento e a distribuem para os outros membros, incluindo a rainha. O ingrediente ativo impede o crescimento dos cupins, e em pouco tempo, toda a colônia é eliminada pela raiz.
Por que Sentricon é a melhor escolha para o tratamento de cupim em madeira?
Quando o objetivo é proteger estruturas de madeira, a superioridade do sistema de iscas é ainda mais evidente.
Ação direcionada e não invasiva
Diferente da barreira química, o Sentricon não exige perfurações na sua estrutura de madeira. As estações são instaladas no solo, ao redor da propriedade. O tratamento acontece sem danificar seu telhado, piso ou paredes, preservando a integridade do seu patrimônio.
Segurança para o ambiente e para as pessoas
A isca utilizada no Sentricon é específica para o metabolismo dos cupins. O ingrediente ativo é aplicado em quantidades muito pequenas e fica contido dentro das estações de segurança. Isso o torna uma solução infinitamente mais segura para sua família, seus pets e o meio ambiente.
Monitoramento contínuo e prevenção
Após a eliminação da colônia, o sistema permanece no local, funcionando como um anel de proteção. As estações são monitoradas periodicamente para detectar e eliminar qualquer nova tentativa de invasão, oferecendo uma proteção contínua e de longo prazo para suas estruturas de madeira.
Riscos da Negligência e Benefícios da Ação Preventiva
Como destacamos inicialmente, ignorar a necessidade da limpeza técnica acarreta graves consequências, enquanto a prevenção traz retornos significativos. Veja alguns pontos principais que podemos listar:
Riscos:
Infestações de Pragas: Como visto, a sujeira é um convite direto para ratos, baratas e formigas.
Acidentes de Trabalho: Pisos escorregadios e equipamentos sujos são grandes causadores de acidentes.
Sanções e Multas: A Vigilância Sanitária em Minas Gerais é rigorosa. A falta de higiene pode levar a multas pesadas e até à interdição do local.
Mau Funcionamento de Equipamentos: O acúmulo de sujeira causa superaquecimento e desgaste, levando a paradas e custos de manutenção.
Benefícios:
Aumentar a vida útil dos equipamentos: A manutenção da limpeza previne a corrosão e o desgaste.
Proporcionar ambiente de qualidade: Um local limpo e seguro melhora a moral e a produtividade dos colaboradores.
Evitar a vinda de pragas: Elimina as condições favoráveis à sua sobrevivência.
Reduzir custos a longo prazo: A limpeza periódica evita prejuízos com pragas, multas e quebras de equipamentos.
Garanta a conformidade e a segurança da sua indústria com o suporte da ByControl
Em caso de Limpeza Industrial, peça ajuda profissional a quem entende do assunto! A ByControl é especialista em serviços de limpeza técnica industrial em Belo Horizonte e região, atuando em total conformidade com as normas de segurança e as exigências sanitárias.
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