Dengue: Você sabia?
• A palavra dengue tem origem espanhola e quer dizer “melindre”, “manha”. O nome faz referência ao estado de moleza e prostração em que fica a pessoa contaminada.
• O mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, foi introduzido na América do Sul através de barcos (navios negreiros) provenientes da África, no período colonial, junto com os escravos. Houve casos em que os barcos ficaram com a tripulação tão reduzida que passaram a vagar pelos mares, constituindo os “navios-fantasmas”.
• Além da dengue, o mosquito é o vetor de doenças graves, como a febre amarela, e por isso o controle de sua reprodução é considerado assunto de saúde pública.
• A contaminação ocorre apenas pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. É no momento que está retirando o sangue que a fêmea contaminada transmite o vírus da dengue para o ser humano.
• As fêmeas costumam picar o ser humano no começo da manhã ou no final da tarde. Picam nas regiões dos pés, tornozelos e pernas. Isto ocorre, pois costumam voar a uma altura máxima de meio metro do solo.
• Existem 4 tipos diferentes do vírus da dengue: os sorotipos 1, 2, 3 e 4. Depois de muitos anos sem registro de nenhum caso de contaminação, o sorotipo 4 voltou a circular em alguns estados do Brasil. Atinge especialmente as crianças e os jovens que ainda não desenvolveram imunidade contra ele.
• É importante destacar que não há transmissão através do contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia. O vírus também não é transmitido através da água ou alimento.
• Em muitas cidades brasileiras, a dengue já atingiu o status de epidemia. E, enquanto alguns acham que a doença não passa de uma febrezinha, a análise mostra claramente que a dengue é perigosa e pode levar à morte, se não forem tomados cuidados necessários e imediatos.
• Normalmente, a dengue dura de 5 a 7 dias. Quem está com dengue deve ficar em repouso e beber muito líquido. Não há um tratamento específico para atacar diretamente a doença. As medicações utilizadas são analgésicos e antitérmicos, que controlam os principais sintomas da condição, como dor e febre. Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetil salicílico e antinflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias. Ou seja, em caso de suspeita de dengue, os medicamentos a serem usados devem ser sempre prescritos por um profissional da saúde.
• A Citronela pode ser usada como um repelente ecológico no combate ao mosquito. Seu óleo essencial tem mais de oitenta componentes, entre eles citronelal, geraniol e limoneno, agentes que afugentam moscas e mosquitos. O melhor para ambientes é usar o óleo essencial aquecido em difusor.
• Cientistas do NIH (Institutos Nacionais de Saúde, dos EUA) desenvolveram uma vacina segura contra a dengue que se provou eficaz em estimular uma resposta imune forte na maioria dos pacientes testados. Mas a mesma, ainda continua sobre estudos. Sendo assim, a esperança de se combater a dengue com algum tipo de medicamento, existe. Mas isso não significa que devemos abandonar os velhos cuidados diários de higiene no combate ao mosquito. Afinal, até que a vacina seja comprovada eficaz, a educação e conscientização continuam sendo as nossas armas no combate a doença.
A única forma de combater a dengue é eliminar o mosquito transmissor da doença. Eliminar os ambientes propícios onde o Aedes aegypti possa se desenvolver e proliferar, ainda tem sido a única solução para evitar a contaminação. Uma simples tampinha de refrigerante abandonada no quintal pode ser um criadouro perfeito para o mosquito. A água da chuva que ali se acumula, mesmo sendo um espaço pequeno, é o suficiente para o desenvolvimento dos ovos. Não dê abrigo para a dengue no seu quintal. Faça a sua parte nesta guerra e juntos, cada um fazendo o seu papel, venceremos esta batalha.
Fontes: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=22207
http://www.dengue.org.br/dengue.html
http://www.combateadengue.com.br
Autora: Daniela Sena – Graduanda do curso de Ciências Biológicas
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Tratamento de cupim em madeira: por que o sistema de iscas, Sentricon, é a escolha mais segura e eficiente?
O tratamento de cupim em madeira é uma preocupação central em projetos arquitetônicos e na manutenção de imóveis que valorizam esse material nobre. Estruturas de telhado, decks, pergolados e detalhes construtivos são um alvo constante para a ação silenciosa e destrutiva dos cupins. Por muito tempo, a única solução parecia ser a barreira química, um método invasivo e com alto impacto ambiental.
Felizmente, a tecnologia evoluiu. Hoje, é possível proteger seu patrimônio de forma mais inteligente, eficaz e sustentável. A abordagem moderna foca não apenas em eliminar a praga, mas em fazê-lo com o mínimo de impacto para o ambiente, a estrutura do imóvel e, principalmente, para as pessoas.
Neste artigo, vamos comparar o método tradicional com o moderno sistema de iscas para cupins (Sentricon) e mostrar por que ele é a escolha superior para o tratamento de cupim em madeira.
O método tradicional (barreira química) e seus riscos
A abordagem convencional para o controle de cupins subterrâneos envolve a criação de uma "barreira química". O processo consiste em perfurar o solo e as estruturas ao redor do imóvel para injetar centenas de litros de inseticida líquido, criando um perímetro envenenado.
Apesar de ter sido amplamente utilizado, este método apresenta desvantagens significativas. Além de ser invasivo para a estrutura (exigindo furos em pisos e paredes), ele representa um risco de contaminação do solo e de lençóis freáticos.
A aplicação de grandes volumes de veneno no ambiente é uma preocupação crescente para clientes com crianças, animais de estimação ou consciência ecológica.
O sistema de iscas (Sentricon): a solução inteligente e sustentável
O Sistema Sentricon revolucionou o controle de cupim ecológico ao usar a própria biologia da praga para eliminar a colônia inteira. Em vez de veneno líquido, ele utiliza iscas com um regulador de crescimento de insetos, que é altamente atrativo para os cupins.
O processo é discreto e engenhoso. Estações são instaladas em pontos estratégicos no solo. As operárias encontram a isca, a levam para a colônia como alimento e a distribuem para os outros membros, incluindo a rainha. O ingrediente ativo impede o crescimento dos cupins, e em pouco tempo, toda a colônia é eliminada pela raiz.
Por que Sentricon é a melhor escolha para o tratamento de cupim em madeira?
Quando o objetivo é proteger estruturas de madeira, a superioridade do sistema de iscas é ainda mais evidente.
Ação direcionada e não invasiva
Diferente da barreira química, o Sentricon não exige perfurações na sua estrutura de madeira. As estações são instaladas no solo, ao redor da propriedade. O tratamento acontece sem danificar seu telhado, piso ou paredes, preservando a integridade do seu patrimônio.
Segurança para o ambiente e para as pessoas
A isca utilizada no Sentricon é específica para o metabolismo dos cupins. O ingrediente ativo é aplicado em quantidades muito pequenas e fica contido dentro das estações de segurança. Isso o torna uma solução infinitamente mais segura para sua família, seus pets e o meio ambiente.
Monitoramento contínuo e prevenção
Após a eliminação da colônia, o sistema permanece no local, funcionando como um anel de proteção. As estações são monitoradas periodicamente para detectar e eliminar qualquer nova tentativa de invasão, oferecendo uma proteção contínua e de longo prazo para suas estruturas de madeira.
Riscos da Negligência e Benefícios da Ação Preventiva
Como destacamos inicialmente, ignorar a necessidade da limpeza técnica acarreta graves consequências, enquanto a prevenção traz retornos significativos. Veja alguns pontos principais que podemos listar:
Riscos:
Infestações de Pragas: Como visto, a sujeira é um convite direto para ratos, baratas e formigas.
Acidentes de Trabalho: Pisos escorregadios e equipamentos sujos são grandes causadores de acidentes.
Sanções e Multas: A Vigilância Sanitária em Minas Gerais é rigorosa. A falta de higiene pode levar a multas pesadas e até à interdição do local.
Mau Funcionamento de Equipamentos: O acúmulo de sujeira causa superaquecimento e desgaste, levando a paradas e custos de manutenção.
Benefícios:
Aumentar a vida útil dos equipamentos: A manutenção da limpeza previne a corrosão e o desgaste.
Proporcionar ambiente de qualidade: Um local limpo e seguro melhora a moral e a produtividade dos colaboradores.
Evitar a vinda de pragas: Elimina as condições favoráveis à sua sobrevivência.
Reduzir custos a longo prazo: A limpeza periódica evita prejuízos com pragas, multas e quebras de equipamentos.
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