Redução da população de pombos em Minas Gerais
Problemas com pombos em Minas Gerais
Uma comissão da Assembléia de Minas Gerais se reuniu com objetivo debater metodologias e ações para o enfrentamento responsável do fenômeno, evitando-se eliminação radical, que podem transportar agentes patológicos como, por exemplo, a criptocose, que pode evoluir para meningite; a histoplasmose, que ataca os pulmões; e a salmonelose, com distúrbios gastrointestinais.
Para reduzir o número de animais, é necessário reduzir o acesso de pombos a abrigos e alimento, apontou o biólogo Carlos Frederico Loiola, membro do Conselho Regional de Biologia.
O especialista também defendeu a implementação de programas educativos para alertar a sociedade sobre as intervenções possíveis de forma estratégica.
“O problema não são os pombos; são as nossas edificações, que favorecem essas espécies oportunistas. Basta ver a proliferação de ratos e baratas. No caso dos pombos, eles gostam de locais altos, como prédios e igrejas, mas também são veiculadores dos agentes da doença. Mas é preciso esclarecer que não são eles que provocam diretamente as doenças, e controle é diferente de eliminação”, esclareceu Carlos Loiola.
Existem soluções de fácil implementação para o controle de pombos
“Existem soluções de fácil implementação, mas na maioria das vezes falta vontade. Elas podem ser barreiras físicas, repelentes ou até mesmo gerador de campo eletromagnético. Também temos dificuldades, por exemplo, com o trabalho em alturas e no uso de ferramentas não agressivas”, completou.
Providências serão cobradas para o controle de pombos em Minas Gerais
“Muitos podem achar o tema de pouca importância, mas com a criação desta comissão, recebemos inúmeras solicitações para temas a serem abordados. Também temos recebido pedidos de vários prefeitos, da Secretaria de Educação e até do Ipsemg sobre o mesmo problema em prédios públicos como escolas e hospitais por todo o Estado”, informou o deputado Noraldino Júnior.
“É fato que falta informação. Até mesmo as autoridades não sabem bem o que fazer e pediram que as conclusões da comissão sejam enviadas, com sugestões de metodologia para abordar tecnicamente o tema”, alertou Noraldino.
As informações levantadas nesta e em outras audiências futuras darão origem a um diagnóstico e requerimentos de ações do Poder Executivo, segundo o parlamentar.
Já a deputada Ione Pinheiro reforçou a necessidade de uma ação em conjunto. “Essa ave simboliza a paz, tem até um apelo religioso, mas também é uma questão de saúde pública. Precisamos coordenar os esforços das áreas de saúde e educação, entre outras esferas da administração pública, pois a maioria das pessoas não têm conhecimento das doenças que podem ser transmitidas. Mas ninguém quer também que eles sejam simplesmente exterminados”, destacou.
Atendimento:

Tratamento de cupim em madeira: por que o sistema de iscas, Sentricon, é a escolha mais segura e eficiente?
O tratamento de cupim em madeira é uma preocupação central em projetos arquitetônicos e na manutenção de imóveis que valorizam esse material nobre. Estruturas de telhado, decks, pergolados e detalhes construtivos são um alvo constante para a ação silenciosa e destrutiva dos cupins. Por muito tempo, a única solução parecia ser a barreira química, um método invasivo e com alto impacto ambiental.
Felizmente, a tecnologia evoluiu. Hoje, é possível proteger seu patrimônio de forma mais inteligente, eficaz e sustentável. A abordagem moderna foca não apenas em eliminar a praga, mas em fazê-lo com o mínimo de impacto para o ambiente, a estrutura do imóvel e, principalmente, para as pessoas.
Neste artigo, vamos comparar o método tradicional com o moderno sistema de iscas para cupins (Sentricon) e mostrar por que ele é a escolha superior para o tratamento de cupim em madeira.
O método tradicional (barreira química) e seus riscos
A abordagem convencional para o controle de cupins subterrâneos envolve a criação de uma "barreira química". O processo consiste em perfurar o solo e as estruturas ao redor do imóvel para injetar centenas de litros de inseticida líquido, criando um perímetro envenenado.
Apesar de ter sido amplamente utilizado, este método apresenta desvantagens significativas. Além de ser invasivo para a estrutura (exigindo furos em pisos e paredes), ele representa um risco de contaminação do solo e de lençóis freáticos.
A aplicação de grandes volumes de veneno no ambiente é uma preocupação crescente para clientes com crianças, animais de estimação ou consciência ecológica.
O sistema de iscas (Sentricon): a solução inteligente e sustentável
O Sistema Sentricon revolucionou o controle de cupim ecológico ao usar a própria biologia da praga para eliminar a colônia inteira. Em vez de veneno líquido, ele utiliza iscas com um regulador de crescimento de insetos, que é altamente atrativo para os cupins.
O processo é discreto e engenhoso. Estações são instaladas em pontos estratégicos no solo. As operárias encontram a isca, a levam para a colônia como alimento e a distribuem para os outros membros, incluindo a rainha. O ingrediente ativo impede o crescimento dos cupins, e em pouco tempo, toda a colônia é eliminada pela raiz.
Por que Sentricon é a melhor escolha para o tratamento de cupim em madeira?
Quando o objetivo é proteger estruturas de madeira, a superioridade do sistema de iscas é ainda mais evidente.
Ação direcionada e não invasiva
Diferente da barreira química, o Sentricon não exige perfurações na sua estrutura de madeira. As estações são instaladas no solo, ao redor da propriedade. O tratamento acontece sem danificar seu telhado, piso ou paredes, preservando a integridade do seu patrimônio.
Segurança para o ambiente e para as pessoas
A isca utilizada no Sentricon é específica para o metabolismo dos cupins. O ingrediente ativo é aplicado em quantidades muito pequenas e fica contido dentro das estações de segurança. Isso o torna uma solução infinitamente mais segura para sua família, seus pets e o meio ambiente.
Monitoramento contínuo e prevenção
Após a eliminação da colônia, o sistema permanece no local, funcionando como um anel de proteção. As estações são monitoradas periodicamente para detectar e eliminar qualquer nova tentativa de invasão, oferecendo uma proteção contínua e de longo prazo para suas estruturas de madeira.
Riscos da Negligência e Benefícios da Ação Preventiva
Como destacamos inicialmente, ignorar a necessidade da limpeza técnica acarreta graves consequências, enquanto a prevenção traz retornos significativos. Veja alguns pontos principais que podemos listar:
Riscos:
Infestações de Pragas: Como visto, a sujeira é um convite direto para ratos, baratas e formigas.
Acidentes de Trabalho: Pisos escorregadios e equipamentos sujos são grandes causadores de acidentes.
Sanções e Multas: A Vigilância Sanitária em Minas Gerais é rigorosa. A falta de higiene pode levar a multas pesadas e até à interdição do local.
Mau Funcionamento de Equipamentos: O acúmulo de sujeira causa superaquecimento e desgaste, levando a paradas e custos de manutenção.
Benefícios:
Aumentar a vida útil dos equipamentos: A manutenção da limpeza previne a corrosão e o desgaste.
Proporcionar ambiente de qualidade: Um local limpo e seguro melhora a moral e a produtividade dos colaboradores.
Evitar a vinda de pragas: Elimina as condições favoráveis à sua sobrevivência.
Reduzir custos a longo prazo: A limpeza periódica evita prejuízos com pragas, multas e quebras de equipamentos.
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